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O SOM DO ARTE NO DIQUE

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O Arraial do Arte, promovida pelo Instituto Arte no Dique com apoio da Prefeitura Municipal de Santos, busca resgatar a essência da Festa de São João, com barracas que oferecem os quitutes originais e tradicionais da cultura popular – bolo de milho, canjica, cural, milho cozido, pamonha, pinhão, bolo de fubá, pipoca, entre outros – fomentar a cadeia produtiva local com economia criativa e tem apelo turístico. A festa faz parte do calendário cultural da cidade de Santos.

 

No amplo espaço localizado no instituto, acontecem shows gratuitos, quadrilhas e lá estão as  barraquinhas de comidas e bebidas típicas.

 

A iniciativa ainda abre espaço para artistas da Baixada Santista mostrarem seus trabalhos musicais em shows que resgatem o cancioneiro das festas juninas. O objetivo é atrair pessoas que ainda não conhecem a região e transformar o projeto em um atrativo artístico-cultural e turístico, a exemplo de outras festas do gênero que ocorrem pelo Brasil.

O projeto acontece por mais de 10 anos, promovendo e movimentando a economia local, além de incentivar os jovens a criarem as tradicionais quadrilhas caípiras e ser um grande atrativo para a Zona Noroeste de Santos.

Virgílio

“Moradores da comunidade podem ocupar as barracas e comercializar comidas e bebidas produzidas por eles mesmos. Assim, o Arraial do Arte visa contribuir para o comércio local, além de promover o intercâmbio cultural entre as pessoas que lá vivem e moradores de outros bairros e cidades”, explica José Virgílio Leal de Figueiredo, presidente da instituição e idealizador da festa.

A segunda edição do periódico “Creative Economy Outlook: Trends in International Trade em Creative Industries” examinou o cenário global e apresentou 130 perfis de países com dados comerciais de bens e serviços criativos.


Os dados, que cobrem o período de 2002 a 2015, mostram a contribuição da economia criativa ao comércio mundial. Durante este período, o valor do mercado global para bens criativos duplicou, indo de 208 bilhões de dólares em 2002 para 509 bilhões de dólares em 2015.


Santos hoje é uma das Cidades Criativas com selo da Unesca no Brasil na categoria Cinema. Há um movimento cultural efervescente, repleto de festivais, projetos. É, também, a quarta cidade Nerd do Brasil segundo dados da Amazon, que levam em consideração o consumo de quadrinhos, games e produtos da área geek. 


Por outro lado, possui uma das maiores favelas sobre palafitas da América do Sul, no Dique da Vila Gilda, onde está o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da região. Uma dicotomia que buscamos solucionar através da inclusão social pela cultura. Dessa forma, buscamos oportunizar geração de renda aos moradores da comunidade em eventos realizados na instituição quando as pessoas podem oferecer seus produtos em barraquinhas em projetos como o Arraial do Arte, o Som das Palafitas, etc. 


Investir na Economia Criativa é uma forma de contribuir para que as diferenças sociais sejam diminuídas e a cidadania, valorizada, além de abrir portas para as pessoas exporem seus talentos, vocações e oportunidades empreendendo.

O Arraial do Arte busca estimular a produção da região do Dique da Vila Gilda, bem como trabalhar a questão da cidadania e o envolvimento dos moradores com a comunidade. Eles quem produzem a decoração da festa. “Moradores da comunidade podem ocupar as dez barracas e comercializar comidas e bebidas produzidas por eles mesmos. Assim, o Arraial do Arte busca contribuir para o comércio local, além de promover o intercâmbio cultural entre as pessoas que lá vivem e moradores de outros bairros e cidades”, explica José Virgílio Leal de Figueiredo, presidente da instituição e idealizador da festa.

A participação de quadrilhas de Santos e região no Arraial do Arte colabora para o intercâmbio de pensamentos, a troca de ideias, experiências, além de alegrar a comunidade local.

 

Essas quadrilhas também passam a ter contato com realidades diferentes e tornam nosso arraial mais diversificado, abrangente, colorido e empolgante.

O Arraial do Arte também incentiva a produção musical local, oportunizando aos artistas da região apresentarem seus trabalhos em um evento que possui grande participação da comunidade e apelo na mídia. É essencial conhecermos nossa cultura, o que é realizado, pensado e criado aonde vivemos. Essa identificação nos torna mais cidadãos e conhecedores da nossa realidade.